Outubro 09 2008

Dói tanto, dói tanto,

A dor de perda,

É tão dolorosa

Perder quem realmente amamos

Dói tanto, dói tanto,

A dor de perda

É um aperto no peito

É um nó no estômago

Dói tanto, dói tanto,

A dor da perda

É tão dolorosa

Dói no coração

Dói tanto, dói tanto

E é perder aquilo

Que nos fazia feliz

Mas tu foste em busca da felicidade

De liberdade

Mas deixas- te presa

Ao nosso passado

Presa à nossa memória

Vai, livre, vai

E quebra as correntes

Desta prisão

Dói tanto, dói tanto.

publicado por mariafafa às 18:43

Gostei muito, Maria. Sabes que tenho que ver mais o que escreves, porque este poema é extraordinário, embora tenhamos que fazer pequenas alterações.
paulo faria a 15 de Outubro de 2008 às 19:59

Maria, estas palavras podiam muito bem ser ditas por D. Pedro, o amante de Inês de Castro.
Gostava que investigasses as causas históricas e as razões que levaram à morte de Inês. Mais: terás que me apresentar as diferenças entre a "verdade" de Camões e o que que a história nos legou.
Para além de recorreres ao nosso manual e ao manual de história do ano passado, deves falar ao professor de história do teu projecto. Bom trabalho.
paulo faria a 10 de Novembro de 2008 às 16:35

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